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Companhias Circenses de destaque no Brasil

Irmãos Power
Começou há 38 anos com a patriarca da família, Didi Power, apresentando por todo país, a antiga modalidade de espetáculo “pano de roda” – Circo sem cobertura de lona.


Em suas apresentações desafiam vários tipos de animais, tidos como os mais perigosos do lugar. Destacam-se as touradas e montarias, entre outras atrações.


Hoje, os Irmãos Power trabalham com 29 animais para apresentações. Foi o primeiro Circo com estrutura de alumínio com capacidade para 3.500 lugares. O público pode contar com conforto, ampla visão e segurança.


A companhia tem atuação nacional e internacional. Os Irmãos Power também atuaram no cinema, no filme “Saltimbancos Trapalhões”. A trupe tem participações em programas de grande audiência e já se apresentou na Rede Globo e SBT.


Os artistas que integram o grupo Irmãos Power fazem saltos acrobáticos sobre o lombo dos cavalos, montarias em pêlo e desafios frente a frente. Essas são algumas das especialidades dos Irmãos Power, herdadas de gerações passadas.


Circo de Nápoli
O Circo de Nápoli teve início em 1969, quando José Carlos Pinheiro deixou a cidade de Campo Limpo Paulista, interior de São Paulo, onde morava, para acompanhar o Circo Giglio.


Na década de 70, Beto Pinheiro resolve seguir os  passos do irmão José Carlos e passa a acompanhar o Circo. Trabalharam em diversas atividades e, mais tarde, tornaram-se uma dupla de palhaços. Seguiram com  o Circo Húngaro.


Passaram por vários Circos, adquiriram experiência e fundaram sua própria companhia. Batizaram-na de Circo Tuzar (em grego significa alegria).


A primeira lona foi feira com retalho de brim das fábricas de Borda da Mata (MG) e emendadas numa confecção. A lona foi encerada com vela para não pegar água.


Na década de 80, os irmãos Pinheiro mudaram o nome da companhia para Circo de Nápoli, prestando uma homenagem a seus descendentes italianos. Hoje é o 2º maior Circo do Brasil.


Instituições de Caráter Circense que os pesquisadores não podem ignorar.


ABRACIRCO – Associação Brasileira de Circo


Classificação Brasileira de Ocupações do Ministério do Trabalho de 1978 Arca Brasil – Associação Humanitária de Proteção e Bem Estar Animal – 1997


Bibliografia
Boletim Mensal da Federação Circense dos anos 20


UNICAMP –  a instituição detêm várias teses de Mestrado e Doutorado sobre a Evolução e História do Circo, como também sobre as Escolas de Circo:


- Dissertação de mestrado defendida em 1996 sob o título:


O circo: sua arte e seus saberes. O circo no Brasil do final do Século XIX a meados do XXI, de Ermínia Silva – Doutora em História Social da Cultura pela INICAMP


- Duarte, Regina Horta - Noites Circenses - Espetáculos de circo e teatro em Minas Gerais no século XIX. Campinas (SP): Editora da Unicamp, 1995, p. 19. Idem, p. 93.


- Garcia, Antolin - O Circo (a pitoresca turnê do circo Garcia através à África e países asiáticos). São Paulo (SP). Edições DAG. Escrito em 1962 e publicado em 1976, p. 65.


- Alzira Silva (1910-1989), entrevistas realizadas em 03 de maio, 31 de maio e 21 de junho de 1985.


- Antenor Alves Ferreira (1915-2004), entrevista realizada em 10 de junho de 1985.


- Waldemar Seyssel - Arrelia e o circo. Memórias de Waldemar -Picadeiro – Área circular e central do circo, onde os artistas realizam suas exibições.
Seyssel. São Paulo (SP). Edições Melhoramento, 1977, p. 185.


- Yvone da Silva (1930-), entrevistada em 09 de julho de 1985.


- Andréa Françoise Carola Boetes (1937), entrevistada em 03 de fevereiro de 1993.

- Garcia, A. - op. cit., p. 66.
Publicado na Revista SARAO – volume 3, número 6, março de 2005. (
http://bibmemoria.cmu.unicamp.br/sarao)

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