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05. A Criação no Folclore

© Folclore - Roteiro de Pesquisa Folclore - Roteiro de Pesquisa

O individual e o coletivo, o anonimato e o popular estão sempre presentes num fato folclórico. Todos sabemos que toda e qualquer obra tem um criador, seja ele um cidadão comum, um poeta, um músico, um artesão, etc. Uma criação (materia, social ou espiritual) passando do indíviduo-criador à sua coletividade, tornar-se-á popular se houver identificação (de função e aceitação) entre ambos, autor e comunidade.

 

As ações humanas são sempre respostas às suas necessidades. Uma ação qualquer, ao fazer sentido e dar respostas para um número cada vez maior de pessoas, vai, gradativamente, passando do uso ocasional e esporádico para o uso constante e sistemático, transformando-se num hábito. A prática dos hábitos gera o costume. A vivência dos costumes cria a tradição. A tradição, como já vimos, é o acervo de soluções e respostas, saberes e fazeres humanos herdados e doados entre as gerações.

 

O nome do autor ou autores da maioria dos fatos folclóricos, em geral, fica oculto, perdendo-se no tempo. "Conta-se o milagre, mas não se conta o nome do santo". Por isso, dizemos que os fatos folclóricos são anônimos. Descobrir ou identificar o(s) autore(s) de um fato folclórico não o invalida ou diminui o seu valor cultural, ao contrário, permite-nos fazer uma leitura mais profunda e abrangente do fenômeno da difusão cultural.

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