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Ouro

© Robson de Oliveira Sabará - Retábulo-mor Matriz N. Sra.da Conceição - Robson de Oliveira Retábulo-mor Matriz N. Sra.da Conceição

Não há como negar. O Circuito do Ouro é, sem dúvida, sinônimo de história. O século 18, período correspondente à mineração do ouro, foi de grande importância para Minas Gerais. Do ponto de vista histórico, cultural e artístico, esse período foi marcante para a consolidação de uma cultura eminentemente mineira. É o momento também em que se começa configurar a formação sociopolítica do Estado.


Dono de um fabuloso acervo histórico e artístico, o Circuito do Ouro possui dois patrimônios da humanidade: Ouro Preto e o Santuário do Bom Jesus de Matosinhos, em Congonhas. Mas, ao todo, são dezessete municípios que constituem este Circuito: Barão de Cocais, Caeté, Catas Altas, Catas Altas da Noruega, Congonhas, Itabira, Itabirito, Mariana, Nova Era, Nova Lima, Ouro Branco, Ouro Preto, Piranga, Raposos, Rio Acima, Sabará e Santa Bárbara.


A história da região começa com o descobrimento do ouro, no final do século 17, o que deu origem a muitos povoados. Alguns se desenvolveram e foram elevados à vila e hoje são as nossas conhecidas cidades históricas. Nessas vilas, foram construídos imponentes sobrados, casas de câmaras e cadeias, chafarizes, singelas capelas e magníficas igrejas, onde pode florescer o talento de artistas como Antônio Francisco Lisboa - o Aleijadinho, Manuel da Costa Athaíde, Francisco Viera Servas, Francisco Xavier de Brito, Francisco Lima Cerqueira e José Gervásio de Souza.


Três movimentos retratam a importância histórica do período da mineração e dessa região hoje denominada Circuito do Ouro: a Guerra dos Emboabas - luta de paulistas e "forasteiros" pelo domínio comercial da região; a Sedição de Vila Rica - revolta dos mineradores contra as extorsivas medidas administrativas portuguesas; e a Inconfidência Mineira, que teve a audácia de desejar a liberdade política e econômica da Capitania de Minas Gerais.


Geograficamente, o Circuito do Ouro está situado na área denominada Quadrilátero Ferrífero, onde se encontram riquíssimas jazidas minerais. Hoje, uma importante parcela da economia do Estado ali está graças à atividade extrativista, às grandes usinas siderúrgicas, além de três importantes minas de ouro. Entre as atuais riquezas minerais, está o topázio imperial.


Assim, em decorrência da história da mineração do ouro, os diversos municípios deste circuito guardam verdadeiras relíquias culturais. São museus, igrejas, centros culturais, sítios arqueológicos, fazendas, santuários, casarões, memoriais, trechos da Estrada Real e ricas manifestações da cultura popular.


Os museus encontrados neste circuito estão entre os principais do Estado e guardam objetos notáveis e documentos de grande valor. Entre eles, destacam-se: Museu da Inconfidência, Museu do Oratório e Museu de Arte Sacra, em Ouro Preto; Museu do Ouro, em Sabará e Museu de Arte Sacra, em Mariana.


Outros espetaculares monumentos atestam a riqueza histórica e artística dos municípios que integram este circuito. A igreja de São Francisco de Assis, em Ouro Preto, com obras-primas do Mestre Antônio Francisco Lisboa e do Mestre Athaíde, simboliza toda a criatividade e a qualidade da arte colonial mineira. Em Sabará, está outra joia da decoração barroca mineira: a excepcional capela de Nossa Senhora do Ó. A Catedral da Sé, em Marina, também possui uma das mais preciosas peças de Minas Gerais: um órgão Arp Schnitger, construído em 1701. E a última grande obra do período da mineração do ouro encontra-se em Congonhas: o Santuário de Bom Jesus de Matosinhos, com os magníficos passos da Paixão e o esplendor das esculturas dos profetas, executados por Aleijadinho.


Este circuito também abriga um rico patrimônio natural. Cachoeiras, matas e inspiradoras paisagens serranas complementam e emolduram a beleza dessa região. São destaques: o Parque Estadual do Itacolomi e o Parque Natural do Caraça. Este último, além de ser uma preciosa reserva pertencente ao Santuário do Caraça, é um dos maiores bens culturais do Estado.


Tanta beleza para ver ... e muita história para contar. Assim é o Circuito do Ouro.


O Circuito Turístico do Ouro foi certificado em 21 de fevereiro de 2005.
Certificação renovada em 2009/2010.


Presidente
Ubiraney de Figueredo Silva (?)
31 9184-0782
31 9401-3031
ubiraney@yahoo.com.br


Vice-presidente
Cecília Alfenas
31 8485-0080
cecilia.alfenas@circuitodoouro.tur.br
cecilia.alfenas@yahoo.com.br
cecilia.alfenas@gmail.com


Gestora
Isabella Ricci - Belo Horizonte
isabella.ricci@circuitodoouro.tur.br


Ass. de Planej. Turístico
Natália Farina
acomg@globo.com
natalia.farina@circuitodoouro.tur.br


Analista de Mercado
Ana Flávia Pimenta
anaflaviampimenta@hotmail.com
31  9401-0220


Sede do Circuito
Rua Tupi,38,  sala 1.006 - Centro.
CEP 30190-901
Belo Horizonte
31 3287-4242
info@circuitodoouro.tur.br


Site
www.circuitodoouro.tur.br


As agências que operam este circuito são:
Andarilho da Luz - Caminhadas Ecológicas e Terapêuticas - Belo Horizonte
31 3494-2727
www.andarilhodaluz.com.br


Desvendar.com - Belo Horizonte
31 3497-1524
www.desvendar.com


Master Receptivo - Belo Horizonte
31 3330-3655
www.masterturismo.com.br


Pampulha Turismo - Belo Horizonte
31 3057-1111
http://www.masterturismo.com.br


Primotur Turismo Ecológico - Belo Horizonte
31 3213-9839
www.primotur.com.br


Safari Viagens - Belo Horizonte
31 3072-0805
www.safariviagens.com.br


Trilhas de Minas Turismo - Belo Horizonte
31 3221-7922 / 9993-1158
www.trilhasdeminas.com.br


Atualizado em 2 de maio de 2011.

 

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