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Cruzília

Apresentação

  • Cruzília - Subida da serra de Cruzília - Alexandre C. Mota
  • Cruzília - Subida da serra de Cruzília - Alexandre C. Mota
  • Cruzília - Jequitibá com 10 metros de diâmetro - Alexandre C. Mota
  • Cruzília - Estrada para as fazendas Angahy e Traituba - Alexandre C. Mota
  • Cruzília - Árvore Jequitibá de 10 m. de diâmetro - Alexandre C. Mota
  • Cruzília - Subida da serra de Cruzília - Alexandre C. Mota
  • Tropeiro sobe a serra - Alexandre C. Mota
  • Cruzília - Subida da serra de Cruzília - Alexandre C. Mota
  • Cruzília - Torre da igreja no contra luz - Alexandre C. Mota
  • Cruzília - Fazenda São Sebastião - Acervo/Prefeitura de Cruzília
  • Cruzília - Fazenda Anghay - Acervo/Prefeitura de Cruzília
  • Cruzília - Fazenda Traituba - Acervo/Prefeitura de Cruzília
  • Cruzília - Fazenda Traituba - Acervo/Prefeitura de Cruzília
  • Cruzília - Capela do Rosário - Acervo/Prefeitura de Cruzília
  • Cruzília - Igreja Matriz de São Sebastião - Acervo/Prefeitura de Cruzília

Cruzília – “terra da Cruz”

 

“Era uma encruzilhada, no caminho de São Paulo para as Minas, no começo do século XVIII. Nessa encruzilhada se fixaram alguns moradores, sob a proteção de São Sebastião. O sítio virou arraial, e o arraial virou município, já agora sem o lindo nome de São Sebastião da Encruzilhada, pois uma das constantes da vida municipal do Brasil é trocar de nomes. Hoje se chama Cruzília.” Texto: A Pequena Cruzília – Carlos Drummond de Andrade, publicado no Jornal do Brasil, em 20 mar. 1973. Disponível em: www.cruzilia.com .

 
Em plena Estrada Real, Cruzília é conhecida como o berço dos cavalos das raças manga-larga e manga-larga marchador. Um dos grandes atrativos do município são suas fazendas centenárias, que proporcionam aos turistas bons momentos para curtir a natureza, ver belas paisagens e sentir o ar puro que circunda o local. Cheia de casos e histórias, Cruzília tem uma rica cultura.

O município também se destaca pela pecuária, na produção leiteira, e por insumos agrícolas, como milho e feijão, e pela indústria moveleira, que é conhecida nacionalmente por produzir com qualidade e designer arrojado. A indústria moveleira de Cruzília foi conhecida até internacionalmente, por meio do papa Bento XVI, que, em sua visita ao Brasil, utilizou cadeira e altar de madeira cruziliense durante celebração.


Um dos queijos mais populares do Brasil – o prato – tem origem em Cruzília. Imigrantes dinamarqueses que chegaram à cidade, na segunda década do século 20, e começaram a produzir um queijo baseado na receita de dois tradicionais queijos da Dinamarca, o Tybo e o Danbo. Os fiscais do Ministério da Agricultura, em uma visita à fábrica, descreveram o queijo, até então desconhecido, como “grande, circular e com formato de prato”. Surgia, assim, o nome do saboroso queijo. Hoje, Cruzília produz queijos finos de altíssima qualidade, que sempre conquistam prêmios nacionais.


História
A primeira referência que se tem sobre o início de povoamento na região de Cruzília está no requerimento escrito por Manuel de Sá em 1726, “meia légua de testada para a parte de Ieruoca, rumo direto, e duas léguas de sertão. Há dois anos sem contradição de pessoa alguma, está cultivando umas terras que até esse tempo nunca tiveram dono nem cultura, no sertão que vai de encruzilhada a Ieruoca” (Dicionário Histórico Geográfico de Minas Gerais).


Os terrenos de Manuel de Sá aparecem também no documento de 1736, quando Manuel da Costa Gouveia requereu licença para construir um atalho no caminho velho de São Paulo no sentido da picada de Goiás, “principiando no sítio de Manuel Sá, aonde chamavam a encruzilhada, continuando-o até entrar no caminho novo dos Goiases”.


Nesse início de povoamento, a região era conhecida como “encruzilhada” por ficar em um ponto estratégico dos caminhos que vinham de São Paulo para Aiuruoca, São João del-Rei e Rio de Janeiro.


No século 19, o viajante francês Saint-Hilaire cita em seu livro o povoado de “Encruzilhada” como originário do sítio de Manuel de Sá. Por causa da capela em homenagem a São Sebastião construída nas proximidades do sítio, o local passa a ser chamado de São Sebastião da Encruzilhada.


Em 14 de novembro de 1873, pela Lei nº 1.991 foi elevado à paróquia. Nas primeiras décadas do século 20, conforme diversos documentos, como, por exemplo, o recenseamento de 1920, São Sebastião da Encruzilhada aparece como distrito de Baependi. Durante o período, aconteceu uma modificação no topônimo – em dezembro de 1938, é reduzido para Encruzilhada.


No último dia do ano de 1943, o Decreto-Lei nº 1.058 oficializou o nome Cruzilha. Cinco anos depois, no dia 27 de dezembro de 1948, o distrito foi desmembrado de Baependi e elevado a município, quando sofreu a última alteração. Foi denominada Cruzília, terras estas que garantem a seus visitantes toda a paz e a tranquilidade de uma cidade típica do interior de Minas.


Fonte: www.cruzilia.mg.gov.br

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