Destinos

Oliveira

Apresentação

  • Oliveira - Entrada da Cidade - Daniel Souza
  • Oliveira - Entrada da Cidade - Daniel Souza
  • Oliveira - Ruas do Centro - Daniel Souza
  • Oliveira - Igreja Matriz de Nossa Senhora de Oliveira - Daniel Souza
  • Oliveira - Fórum - Daniel Souza
  • Oliveira - Praça XV de Novembro - Daniel Souza
  • Oliveira - Praça XV de Novembro - Daniel Souza
  • Oliveira - Praça XV de Novembro - Daniel Souza
  • Oliveira - Praça XV de Novembro - Daniel Souza
  • Oliveira - Praça XV de Novembro - Daniel Souza
  • Oliveira - Igreja Matriz de Nossa Senhora de Oliveira - Daniel Souza
  • Oliveira - Centro - Daniel Souza
  • Oliveira - Catedral de Nossa Senhora de Oliveira - Daniel Souza
  • Oliveira - Catedral de Nossa Senhora de Oliveira - Daniel Souza
  • Oliveira - Centro - Daniel Souza
  • Oliveira - Igreja de Nosso Senhor dos Passos - Daniel Souza
  • Oliveira - Daniel Souza

“... O sertão se inicia aqui”. Assim escreveu o grande Guimarães Rosa em referência à Oliveira. Foi devido a uma estratégica localização é que surgiu o povoado que viria dar origem à cidade. Essa povoação na época colonial se encontrava entre a Vila de São João Del Rei, sede da extensa Comarca do Rio das Mortes, e o sertão do Alto Paranaíba, caminho para as minas de Goiás.


Hoje, Oliveira tem uma localização ainda mais privilegiada, quase às margens da BR 381- Fernão Dias, e fácil ligação com outras importantes rodovias.


As primeiras notícias oficiais que se tem da antiga localidade remontam à metade do século 18, quando, em 1754, Domingos Viera da Mota recebeu uma sesmaria em “Paragem do Campo Grande e Picada de Goiás”.


Vale aqui a explicação sobre essas duas denominações. O Dicionário Histórico Geográfico de Minas Gerais esclarece: “A Picada de Goiás era a designação escolhida para todas as sesmarias situadas nas vizinhanças daquele caminho desde São João Del Rei até Paracatu; da mesma forma, Campo Grande era expressão designativa de toda vasta região que ia de São João Del Rei até Goiás, ou melhor, até o Alto Paranaíba.”


Em 1758, a sesmaria de Domingos Vieira foi arrematada por André Diniz Linhares. No documento de diplomação, já há uma referência à Capela de Nossa Senhora de Oliveira. Poucos anos depois, têm-se referências sobre vários moradores que obtiveram sesmarias como: Josefa Maria de Sá, em 1765; Dr. João Antônio da Silva Leão, 1768; Antônio Ribeiro de Morais Castro, 1768; e Antônio Martins, em 1771.


Devido ao movimento de tropeiros e viajantes que iam e viam pelos sertões das Gerais, o povoado ganhou novos moradores e novas casas, surgiram vendas e capelas. No dia 16 de março de 1839, a freguesia foi elevada à Vila de Nossa Senhora da Oliveira, e pela lei provincial Nº 1102, de 19 de setembro de 1861, a Vila foi elevada à Cidade com o nome de Oliveira.


A devoção à Nossa Senhora da Oliveira sempre foi muito popular em Portugal. Prova disso são as inúmeras paróquias a ela dedicadas nesse país. Em Minas Gerais, a devoção a Senhora da Oliveira chegou com os aventureiros que afluíam para a Capitania das Minas em busca do ouro e acabou dando nomes a algumas localidades como: o Arraial de Nossa Senhora da Oliveira do Piranga, Capela de Nossa Senhora da Oliveira de Borda do Campo, Capela de Nossa Senhora da Oliveira na freguesia do Sumidouro. Em Portugal, Nossa Senhora da Oliveira era invocada como padroeira dos oficiais confeiteiros, carpinteiros de carruagem e de carros em geral e dos picheleiros.


A economia municipal está centrada na agropecuária, nas pequenas indústrias, na prestação de serviços, no serviço público, em educação e comunicação. Na zona rural, a pecuária leiteira e a monocultura do café continuam predominando. A extração de granito também movimenta a economia da cidade.


A cidade orgulha-se de ser o berço de um dos maiores cientistas brasileiros, Carlos Justiniano Ribeiro das Chagas, descobridor da doença que leva o seu sobrenome. Ela também faz questão de cultivar suas tradições religiosas e culturais. A Festa de Nossa Senhora do Rosário é considerada uma das mais autênticas de Minas Gerais. É o único local que possui o quartel general das guardas de congo de Minas Gerais.  As celebrações em homenagem à padroeira, à Semana Santa e ao mês de Maria também são realizadas com toda fé. Quando o assunto é manifestação popular, o ótimo carnaval agita toda a região com seus blocos e escolas de samba.


Construções religiosas e civis do século 18, 19 e 20 compõem o significativo patrimônio histórico da cidade, que vem sendo preservado e tem valorizado todas as fases da história e cultura oliveirense.

Enviar link

Região Turística
Centro-Oeste
  • Prefeitura
  • praça XV de Novembro, 127 – Centro
    CEP 35540-000
    37 3332-9150


    Site Oficial

    Prefeito
    João Batista de Sousa 
    Vice-Prefeito
    Salatiel Alvim Lobato

  • Cidades próximas:
  • Aguanil
  • Bom Sucesso
  • Campo Belo
  • Carmo da Mata
  • Carmópolis de Minas
  • Cláudio
  • Divinópolis
  • Itapecerica
  • Lavras
  • Passa Tempo
  • Resende Costa
  • Santo Antônio do Amparo
  • São Francisco de Paula
  • São Tiago