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Caetanópolis

Apresentação

  • Caetanópolis - Caetanópolis - vista parcial - Adriana Caetano de Andrade
  • Caetanópolis - Caetanópolis - Maurício Cardim
  • Caetanópolis - Vista da Cedro e Cachoeira Indústria Têxtil - Adriana Caetano de Andrade
  • Caetanópolis - Caetanópolis - vista parcial - Adriana Caetano de Andrade
  • Caetanópolis - Ribeirão São Bento - Adriana Caetano de Andrade
  • Caetanópolis - Ribeirão São Bento - Adriana Caetano de Andrade
  • Caetanópolis - Açude da Cedro - Adriana Caetano de Andrade
  • Caetanópolis - Açude da Cedro - Adriana Caetano de Andrade
  • Caetanópolis - Açude da Cedro - Adriana Caetano de Andrade
  • Caetanópolis - Açude da Cedro - Adriana Caetano de Andrade

Cidade embalada pela voz de Clara Nunes e pelo fiar constante dos teares. Caetanópolis é berço da indústria têxtil mineira e de uma das cantoras de samba mais queridas do país. A vida de Clara se entrelaça com as tecelagens caetanopolitanas: antes de ganhar o Brasil cantando, ela foi tecelã na Companhia Cedro e Cachoeira.


Toda a história de Caetanópolis confunde-se com as trajetórias: da indústria de tecidos, da família Mascarenhas e de Paraopeba. Caetanópolis, antigo povoado do Cedro, foi emancipada de Paraopeba em 12 de dezembro de 1953. Paraopeba já havia sido o antigo distrito de Tabuleiro Grande, que pertenceu a Sete Lagoas.

 

O patriarca dos Mascarenhas, major Antônio Gonçalves da Silva Mascarenhas, era afilhado do visconde de Caeté. Começou a vida nos alambiques do padrinho, montando em cada uma de suas fazendas um engenho. Anos mais tarde, casado, mudou-se para Tabuleiro Grande e montou um armazém. O negócio prosperou, e o major Mascarenhas comprou a fazenda São Sebastião.

 

Três de seus treze filhos – Bernardo, Antônio Cândido e Caetano – montaram, em 1872, uma fábrica de tecidos. Nascia a primeira indústria têxtil de Minas e a primeira do Brasil movida a energia hidráulica: Companhia de Fiação e Tecidos Cedro. No começo, eram aproximadamente 20 teares vindos dos EUA. Em 1882, já eram 40.

 

Em 1874, a família Mascarenhas ajudou os irmãos Pacífico, Vítor e Francisco, além de Luís Augusto, a implantar as fábricas Cachoeira e São Sebastião. No ano seguinte, as empresas se fundem, formando a Companhia Cedro e Cachoeira, presidida por Bernardo Mascarenhas e com direção de Antônio Cândido e Francisco.

 

O povoado do Cedro desenvolveu-se nas proximidades da fábrica. Em 1890, o distrito de Paraopeba era mais populoso que Sete Lagoas: mais de 10 mil habitantes, a maioria operários da Cedro e seus agregados.

 

Em 1901, a empresa instalou a primeira estamparia de tecidos, a pioneira em Minas Gerais, e a segunda usina hidrelétrica para iluminação pública no Estado. Na vanguarda das inovações, cinco anos mais tarde, foi instalada a primeira linha telefônica de longa extensão de Minas, que ligava a fábrica à estação ferroviária da Central do Brasil.

 

A fábrica tomou novo fôlego com o final da Primeira Guerra Mundial. Com a indústria europeia arrasada, as exportações de tecido de algodão cresceram. O moderno parque industrial brasileiro atendeu à demanda: em 1918, 113 toneladas de tecido foram enviadas para fora do País. Em 1927, 333 toneladas, e em 1930, 36 mil toneladas.

 

Em 1940, pelo Decreto-Lei nº. 6, de 25 de julho, Cedro passou a pertencer à zona suburbana de Paraopeba. Em 1949, a comunidade tentou a elevação a distrito, mas não obteve sucesso. Mas, quatro anos depois, Cedro se emancipa de Paraopeba e muda o nome para Caetanópolis, em homenagem a um dos fundadores da Companhia de Fiação e Tecidos Cedro.

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