Destinos

Cataguases

Apresentação

  • Cataguases - Igreja de Santa Rita - Junia Teixeira
  • Cataguases - Antiga Estação Ferroviária - Junia Teixeira
  • Cataguases - Antiga Estação Ferroviária - Junia Teixeira
  • Cataguases - Arquitetura eclética - Junia Teixeira
  • Cataguases - Arquitetura eclética - Junia Teixeira
  • Cataguases - Arquitetura eclética - Junia Teixeira
  • Cataguases - Arquitetura eclética - Junia Teixeira
  • Cataguases - Arquitetura contemporânea - Junia Teixeira
  • Cataguases - Escultura Bruno Giorgi - Junia Teixeira
  • Cataguases - Casa Sra. Neila Peixoto - Junia Teixeira
  • Cataguases - Centro de informação turística - Junia Teixeira
  • Cataguases - Companhia Força e Luz Cataguases - Junia Teixeira
  • Cataguases - Cristo Redentor - Junia Teixeira
  • Cataguases - Escultura Sonia Ebling - Junia Teixeira
  • Cataguases - Capela de São Cristóvão - Junia Teixeira
  • Cataguases - Igreja de Santa Rita - Junia Teixeira
  • Cataguases - Igreja de Santa Rita - Junia Teixeira
  • Cataguases - Imagem de Santa Rita - Junia Teixeira
  • Cataguases - Jardim Burle Marx - Casa Sra. Neila Peixoto - Junia Teixeira
  • Cataguases - Jardim Burle Marx 2 - Casa Sra. Neila Peixoto - Junia Teixeira
  • Cataguases - Museu Chácara Dona Catarina - Junia Teixeira
  • Cataguases - Museu Chácara Dona Catarina - Junia Teixeira
  • Cataguases - Museu da Eletricidade - Junia Teixeira
  • Cataguases - Painel Paulo Wernek - Casa Sra. Neila Peixoto - Junia Teixeira
  • Cataguases - Parte do painel de Candido Portinari - Junia Teixeira
  • Cataguases - Parte do painel de Candido Portinari - Junia Teixeira
  • Cataguases - Painel de Candido Portinari - Junia Teixeira
  • Cataguases - Ponte metálica - Junia Teixeira
  • Cataguases - Praça Rui Barbosa - Junia Teixeira
  • Cataguases - Prefeitura de Cataguases - Junia Teixeira
  • Cataguases - Trilhos no centro de Cataguases - Junia Teixeira
  • Cataguases - Vista parcial de Cataguases - Junia Teixeira
  • Cataguases - Vista parcial de Cataguases - Junia Teixeira

Terra da modernidade

 


Cataguases é uma exceção, pois viveu, na prática, a democracia propalada pela arquitetura, que outras cidades só conheceram em discursos. ” Francisco Bologna

 


Cataguases possui um relacionamento surpreendente com o modernismo. No ano de 1920, abraçou a modernidade através da literatura, depois aconteceram as parcerias com o cinema, a arquitetura e as artes plásticas. Seu surpreendente acervo artístico e arquitetônico é raro de ser encontrado em uma cidade do interior brasileiro.

 


Desse legado ficou o gosto pelas atividades culturais; a cidade possui seis centros culturais, cinco estabelecimentos de ensino superior, dois museus e vários eventos culturais.

 


A onda modernista que agitou as artes no Brasil na década de 20 chegou a Cataguases por intermédio dos jovens Rosário Fusco, Francisco Inácio Peixoto, Guilhermino César e Ascânio Lopes, que publicaram em 1927 a revista Verde, que se tornou referência pela vanguarda literária. A publicação teve a colaboração de Carlos Drummond de Andrade, Mário de Andrade e Oswald de Andrade.

 


O empresário Francisco Inácio Peixoto trouxe para a cidade o modernismo da arquitetura e das artes plásticas da década de 40, ligando definitivamente Cataguases à modernidade. A nova estética transformou a paisagem urbana.

 


Inesquecível é o nome de Humberto Mauro, um dos pioneiros do cinema  nacional. Em 1925, Humberto Mauro e o fotógrafo italiano Pedro Comello rodaram em Cataguases o filme Valadião, o Cratera. Com o apoio de Agenor Cortes de Barros, criaram a Phebo Sul America Film, que produziu, em 1926, Na Primavera da Vida, com direção de Humberto Mauro. Na década de 30, ele se transfere para o Rio de Janeiro, dando continuidade a seus trabalhos cinematográficos.


História
Durante o século 18, a Coroa Portuguesa proibiu a ocupação do Leste e da Zona da Mata mineira pelos colonos. Com o fim da mineração e as mudanças na economia da capitania, houve a necessidade de busca por novas áreas.


Logo tomou-se a iniciativa da construção de uma estrada ligando Minas ao Campo dos Goitacazes. A Terceira Divisão Militar do Rio Doce, sob o comando do francês, a serviço do Império do Brasil, Guido Thomas Marlière, e também diretor-geral dos Índios e inspetor das estradas de Minas Gerais ao Campo dos Goitacazes, foi a responsável pelos trabalhos. A divisão ficou aquartelada às margens do rio Pomba em um local conhecido como Porto dos Diamantes.

 


No dia 26 de maio de 1828, o sargento de ordenanças Henrique José de Azevedo fez ao comandante Marilère a doação de um terreno para que nele se construísse uma capela em honra a Santa Rita e iniciasse o povoamento. No mesmo dia foram traçados os limites e as normas para a sua formação. O povoado passou a ser chamado pelo povo de “Meia Pataca”, em referência a um ribeirão local.

 


O jornal ouropretano “O Universal”, de 7 julho do mesmo ano, fez referência ao recém-fundado povoado Meia Pataca, que já contava com “38 fogos brasileiros e várias aldeias de índios Coroados, Coropós e Puris”. Na linguagem oitocentista, “fogos” significa residências, casas.

 


A Lei nº 2180, de 25 de novembro de 1875, elevou Meia Pataca à vila com a denominação de Cataguases e, em 13 de setembro de 1881, foi elevada à cidade.

 


Para o historiador Wlademar Almeida Barbosa, o nome Cataguases é artificial. Os cataguás não eram habitantes da região. O coronel José Vieira de Rezende sugeriu o nome quando Meia Pataca foi elevada à vila. Catauá era o nome de uma região próxima a Lagoa Dourada na qual o coronel nasceu e seu pai tinha uma fazenda. Os índios Cataguás habitavam o sul Minas, na área limite com São Paulo.

 


Para o estudioso de línguas indígenas Teodoro Sampaio, a explicação do vocábulo é “como o nome cataguá se compõe de caá-ata-guá, e as duas primeiras partes deles (caá-ata) se traduzem por mato rijo, mato bravo, mato alto, claro está que Cá-ata-guá, pelas razões expostas, se traduzirá: habitante do mato bravo ou se quiserem, da mata virgem, como comumente dizemos”.

 


No século 19 e nas primeiras décadas do século 20, viveu-se a fase do apogeu da cafeicultura brasileira; imensas lavouras de café dominavam a paisagem e a economia da cidade. Com a crise econômica de 1929 e a queda vertiginosa do preço do café no comércio internacional, a região buscou por outras atividades econômicas. A Cia. de Fiação Indústria Têxtil e a Cia. Força e Luz Castaguazes-Leopoldina já movimentavam a economia do município antes da crise.

 


Cataguases é uma das mais importantes cidades da Zona da Mata mineira. A economia é baseada em confecções de artigos de vestuário e acessórios, extração de minerais metálicos e não-metálicos, fundições, metalúrgicas, fábrica de celulose e produtos de papel, indústria moveleira, produtos alimentícios e indústria têxtil.

 


Há muito que visitar em Cataguases; seu patrimônio cultural é digno de uma visita cuidadosa. O centro histórico de Cataguases é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).
Livro Arqueológico, Etongráfico e Paisagístico
Inscrição: 128
Data: 17 fev. 2003

 


Livro de Belas Artes
Inscrição: 621
Data: 17 fev.2003

 


Livro Histórico
Inscrição: 565
Data: 17 fev. 2003

Enviar link

Região Turística
Zona da Mata
  • Prefeitura
  • praça Santa Rita,462 - Centro
    36770-020
    32  3422-1066


    Site Oficial


    Prefeito
    José Cesar Samor
    Vice-prefeito
    Sergio Receputi Gouvea

  • Cidades próximas:
  • Argirita
  • Astolfo Dutra
  • Coronel Pacheco
  • Leopoldina
  • Muriaé
  • São João Nepomuceno