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Santos Dumont

Apresentação

  • Santos Dumont - Museu de Cabangu - Geovane Martins
  • Santos Dumont - Artesanato - Geovane Martins
  • Santos Dumont - Artesanato - Museu de Cabangu - Geovane Martins
  • Santos Dumont - Museu de Cabangu - Geovane Martins
  • Santos Dumont - Monumento 14 Bis  - Geovane Martins
  • Santos Dumont - Réplica da Torre Eiffel - Geovane Martins
  • Santos Dumont - Estrada Real - Caminho Novo - Geovane Martins
  • Santos Dumont - Chafariz - Estrada Real - Geovane Martins
  • Santos Dumont - Biscoitos Finos - Geovane Martins
  • Santos Dumont - Doce de leite com queijo do reino - Geovane Martins
  • Santos Dumont - Comida típica - Geovane Martins
  • Santos Dumont - Festa do Divino - Geovane Martins
  • Santos Dumont - Ponte Preta - Geovane Martins
  • Santos Dumont - pontilhão Três Bocas - Geovane Martins
  • Santos Dumont - Prefeitura Municipal de Santos Dumont - Geovane Martins
  • Santos Dumont - Museu de Cabangu - Bruno Guilarducci
  • Santos Dumont - Parque da Lagoa - Bruno Guilarducci
  • Santos Dumont - Trem de ferro - Bruno Guilarducci
  • Santos Dumont - Mercearia  - Bruno Guilarducci

"A transparência do céu, a doçura do ar, a benignidade do clima, o encanto da paisagem, a beleza das flores, a graça das mulheres, a excelência dos corações, a brandura dos costumes, a franqueza da hospitalidade fazem de Palmyra a miniatura de um paraíso abrigado entre as austeras serranias mineiras [...]"
(Rui Barbosa - Palmyra, 14 de outubro de 1920).


A cidade de Santos Dumont é famosa pelo seu filho célebre, o inventor do avião, Alberto Santos Dumont. No entanto, além de guardar a história da aviação no Museu Cabangu, é considerada a terra do queijo do reino e um ótimo local para criação de gado e produção de pêssegos.


Santos Dumont está na Estrada Real, conhecida antigamente como Caminho Novo, trajeto criado pela Coroa portuguesa para diminuir o percurso dos carregamentos de ouro até o litoral do Rio de Janeiro.


O Caminho Velho, que partia da cidade de Parati (RJ), passava por São Paulo e seguia até a região das minas. Com o aumento da exploração, surgiu a necessidade de encurtar o trajeto percorrido entre a Capitania das Minas e o litoral; para resolver o problema, a Coroa portuguesa mandou abrir o Caminho Novo. Com intenção de incentivar o povoamento em torno do novo percurso, foram distribuídas sesmarias para nobres e súditos.


Em 1715, João Gonçalves Chaves adquiriu a parte norte da sesmaria e, em 1728, vendeu a João Gomes Martins e a sua esposa, Clara Maria de Melo.


A sesmaria teve papel fundamental na formação e ocupação do futuro município. O primeiro povoado ficou conhecido como Rocinha de João Gomes, passando à Fazenda de João Gomes, Distrito de João Gomes, João Gomes Velho, Palmyra e atualmente Santos Dumont.


João Gomes e sua esposa trouxeram de sua freguesia em Portugal uma imagem de São Miguel e Almas. Construíram em 1730, em sua propriedade, uma capela em adobe para abrigar a imagem. Em 1850, essa foi transferida para uma igreja de duas torres. Com o crescimento do distrito de João Gomes, em 1867, foi elevado à categoria de Paróquia, segundo a Lei nº 1.458, de 31 de dezembro.


A autonomia administrativa foi conquistada em 27 de julho de 1889, quando "o Barão de Ibituruna, último presidente da Província de Minas Gerais, baixou a Lei nº 3.712, que criou o município de Palmyra" (Castello Branco, 1988, p. 55). 


A instalação do município, porém, ocorreu somente em 15 de fevereiro de 1890, com a designação dos membros que comporiam a Intendência.


Em torno de 1870, foi construído o ramal da estrada de ferro D. Pedro II, que passava na região. Foi nessa época que o engenheiro Henrique Dumont, pai de Alberto Santos Dumont, veio para a região com sua família a fim de realizar a empreitada de construir esse ramal, que iria ligar o trecho Mantiqueira a João Aires. Henrique Dumont escolheu residir com a família bem próximo ao canteiro de obras da ferrovia.


Em 31 de julho de 1932, a cidade de Palmyra passa a denominar-se Santos Dumont, em homenagem ao pai da aviação.


Foi a primeira cidade a ter uma fábrica de laticínios e a receber uma leva de gado importado. Sendo assim, a economia tem como forte aliada a produção de leite e derivados.


A antiga estação, hoje Memorial Ferroviário, retrata com suas peças e documentos os tempos áureos da ferrovia, sendo um passeio imperdível que remete à história do município. Outro local muito visitado é a antiga casa de Santos Dumont, utilizada como museu, proporcionando conhecimentos sobre história de Alberto Santos Dumont e da aviação.


O típico artesanato local e um bom queijo do reino são lembranças que não podem faltar na bagagem depois de uma visita a Santos Dumont.

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Região Turística
Zona da Mata
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