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Parque Estadual Serra Verde

Apresentação

  • Belo Horizonte - Parque Estadual Serra Verde - Maria Lucia Dornas
  • Belo Horizonte - Parque Estadual Serra Verde - Maria Lucia Dornas
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  • Belo Horizonte - Parque Estadual Serra Verde - Maria Lucia Dornas
  • Belo Horizonte - Parque Estadual Serra Verde - Maria Lucia Dornas
  • Belo Horizonte - Parque Estadual Serra Verde - Maria Lucia Dornas
  • Belo Horizonte - Ação de educação ambiental no Pq. Est. Serra Verde - Maria Lucia Dornas
  • Belo Horizonte - Ação de educação ambiental no Pq. Est. Serra Verde - Maria Lucia Dornas
  • Belo Horizonte - Ação de educação ambiental no Pq. Est. Serra Verde - Maria Lucia Dornas
  • Belo Horizonte - Vegetação  - André Portugal
  • Belo Horizonte - Ação de educação ambiental no Pq. Est. Serra Verde - Moisés Lima
  • Belo Horizonte - Habitante do parque - André Portugal
  • Belo Horizonte - Habitantes do parque - André Portugal
  • Belo Horizonte - Filhote de ouriço - Moisés Lima
  • Belo Horizonte - Parque Estadual Serra Verde - Moisés Lima
  • Belo Horizonte - Parque Estadual Serra Verde - Moisés Lima
  • Belo Horizonte - Vegetação - Moisés Lima
  • Belo Horizonte - Caminhada no P. Est. Serra Verde - Moisés Lima
  • Belo Horizonte - Caminhada no P. Est. Serra Verde - Moisés Lima
  • Belo Horizonte - Vegetação - Moisés Lima
  • Belo Horizonte - Sinalização - Moisés Lima
  • Belo Horizonte - Parque Estadual Serra Verde - Moisés Lima
  • Belo Horizonte - Na trilha - André Portugal

Municípios de abrangência
Belo Horizonte


Portaria
rua da Cavalariça, 99
Bairro: Serra Verde
Belo Horizonte
CEP 31.630-363

 

Como chegar
O acesso, a partir de Belo Horizonte, se dá através da MG 010 sentido Aeroporto de Confins, pegando o túnel da CAMG (sentido Cidade administrativa).


Sede Administrativa
Telefone: 31 3455-5266
peserraverde@meioambiente.mg.gov.br


Infraestrutura

Interna
Não possui. A gerência fica externa à área do parque.


Entorno
Os visitantes podem contar com a infraestrutura turística tanto de Belo Horizonte quanto de Lagoa Santa onde existem restaurantes, lanchonetes, comércio diversificado e hotéis.


Horário de Funcionamento
De segunda a sexta-feira, das 9h às 18h. Todas as atividades precisam de agendamento prévio. Há também visitação guiada. Em Belo Horizonte, há linhas de transporte coletivo que param junto ao parque.

Entrada gratuita


Área

1,42 Km²


Criação
12 de dezembro de 2007

 

Objetivos
Fundamental para a conservação da biodiversidade, a unidade é um importante fragmento da área verde na malha urbana, proporcionando melhor qualidade de vida à população. Além disso, serve como refúgio e local de alimentação e reprodução de espécies nativas.

 

Descrição
Ao contrário das demais unidades de conservação de Minas Gerais, o Parque Estadual Serra Verde possui características predominantemente urbanas.


Dentro do município de Belo Horizonte, é cercado por vias asfaltadas e áreas de denso povoamento populacional. Localizado na regional administrativa de Venda Nova, em uma área importante para a preservação de nascentes, animais e espécies vegetais, é o segundo maior parque da cidade.

 

Clima
As estações são bem definidas, com clara distinção entre a seca, de abril a setembro e a chuvosa de outubro a março. A temperatura média anual é de 22º C.


Vegetação
O parque está em uma região de transição entre os biomas da mata atlântica e o cerrado. Na vegetação destacam-se espécies típicas como o pau-jacaré, o angico-branco, a pindaíba vermelha, a embaúba-vermelha, a canudo-de-pito, o jatobá, a jacarandá-de-espinho, o cedro, a canjerana, o jacarandá-branco, o ingazeiro, a copaíba, a macaúba e o vinhático-do campo. Entre as plantas, figuram a aroeira-do-sertão, o gonçaleiro, o cedro-rosa e o jacarandá-do-mato.


Hidrografia
Abriga mais de 20 nascentes, entre elas as do córrego Floresta, afluente do ribeirão Isidoro, que alimenta rios que deságuam na bacia do rio São Francisco.


Fauna
Rapinantes como águia-chilena, gavião-do-rabo-branco, gavião-carijó e falcão de coleira podem ser encontradas no parque e têm grande importância na manutenção da cadeia alimentar. As espécies comumente vistas são o bem-te-vi, o pica-pau-branco, o anu-preto, o sabiá-poca, a ariramba-de-cauda ruiva e a saracura-preta.


Destaca-se também a presença de espécies que são lavo intenso de caça, como o inhambu-xororó. Dentre os mamíferos, podem ser encontrados o tatu-galinha, o cachorro do mato, o mão-pelada, o furão, o gambá-de-orelha-branca, o mico-estrela, a capivara e o tapiti.


História
Até o século 17, a região era habitada por índios do tronco linguístico macro-jê. Essas tribos, no entanto, foram quase exterminadas pela ação dos bandeirantes procedentes de São Paulo, que chegaram à área em busca de escravos e pedras preciosas. Em 1701, João Leite da Silva Ortiz chegou à faixa de terra ao largo do rio das Velhas, junto com o bandeirante paulista Bartolomeu Bueno da Silva, seu primo. Ele ocupou a serra dos Congonhas (mais trade serra do Curral) e suas encostas, onde estabeleceu a Fazenda do Cerrado. Lá, desenvolveu uma pequena plantação com escravos e criou gado.


Em 1707, o povoamento já aparecia em documentos oficiais e, quatro anos depois, Ortiz obteve a carta de sesmaria. As atividades principais eram o plantio de roças, criação e negociação de gado, trabalhos de engenho e a mineração de ouro nos córregos. O processo da fazenda atraiu pessoas e um arraial começou a se formar, tornando-se um dos pontos de concentração dos rebanhos vindos do sertão da Bahia e do São Francisco, para o abastecimento das zonas auríferas. A topografia da região favoreceu o estabelecimento de uma povoação dada à agricultura e à vida pastoril, e o arraial progrediu.
No século 19 a capital do Estado foi transferida de Ouro Preto para a cidade que foi planejada e construída para abrigar a sede do governo de Minas Gerais - Belo Horizonte.


O que ver e fazer


Mirantes

O parque possui quatro mirantes: o da trilha da comunidade, o Comerciários, o Nova York e o da Fazenda. Deles é possível contemplar pontos marcantes da paisagem como a serra da Piedade, a serra do Curral, a Cidade Administrativa do Estado de Minas Gerais e boa parte de Belo Horizonte.


Trilha da Comunidade
É utilizada pela comunidade para interligar bairros vizinhos do parque, como Nova York e Serra Verde. É nela que se inicia a maioria das demais trilhas e se tem acesso à Arena Pedreira, local de eventos para a comunidade.


Extensão: 900 m
Duração: 20 minutos
Grau de dificuldade: médio


Trilha da Mata
O percurso se dá em ambiente fechado de floresta, um remanescente de mata atlântica, e conduz o visitante à Cidade Administrativa de Minas Gerais. Também dá acesso à lagoa do parque.


Extensão: 700 m
Duração: 30 minutos
Grau de dificuldade: baixo


Trilha do Biquinha
Conduz o visitante a uma das vinte nascentes existentes no parque, afluentes do ribeirão do Onça. Acesso pela trilha do Curiango.


Extensão: 350 m
Duração: 20 minutos
Grau de dificuldade: baixo


Trilha do Curiango
A caminhada passa pelo vale central do parque, desde o mirante da trilha da Comunidade até a lagoa do Menudo. O percurso pode ser feito à noite, quando é possível visualizar a ave noturna que deu origem ao seu nome.


Extensão: 600 m
Duração: 30 minutos
Grau de dificuldade: baixo


Trilha do Pica-Pau
Durante o percurso, pode se observar a mata ciliar e exemplares da fauna, como o pica-pau-do campo. É possível participar de atividades ambientais na trilha.


Extensão: 600 m
Duração: 30 minutos
Grau de dificuldade: baixo


Passeios nos arredores


Cidade Administrativa

A sede do governo de Minas Gerais, projetada por Oscar Niemeyer, foi inaugurada em março de 2010. Nos finais de semana e feriados, sua área externa é utilizada para atividades de lazer e práticas de esportes como ciclismo, patinação e skatismo.


Endereço
rodovia Prefeito Américo Gianetti, s/nº, Serra Verde.


Complexo esportivo do Mineirão

Moderna arena multiuso, o estádio é também um espaço de entretenimento, serviços, cultura e lazer. Sua fachada é tombada pelo Patrimônio Histórico de Belo Horizonte e se integra ao conjunto arquitetônico da Pampulha, projetado por Oscar Niemeyer.


Endereço
avenida Antônio Abrahão Caram, 1.001 - São José (Pampulha)
Telefone: 31 3499-4405


Fundação Zoo-Botânica

Centro de educação, pesquisa e lazer. Além do Jardim Zoológico, é composta pelo Jardim Botânico e pelo Parque Ecológico da Pampulha. O Jardim Zoológico, o Jardim Botânico e o Aquário da bacia do rio São Francisco.


Funcionamento
Jardim Zoológico
terça-feira a domingo, das 8h30 às 16h
31 3277-8489


Parque Ecológico da Pampulha

Sextas, sábados e domingos, das 8h30 às 17h
De terça a quinta-feira, atendimento a grupos agendados.
Durante as férias escolares, o parque funciona de terça a domingo.
31 3277-7439


Parque Ecológico Lagoa do Nado

Possui biblioteca, teatro de arena, sala de vídeo, foyer para exposições, quadras poliesportivas, campos de futebol society e oficial, pista de corrida, lagoa natural, bosques e trilhas. A infraestrutura oferece sanitários, lanchonetes, vestiários com chuveiros e guaritas.


Funcionamento
Todos os dias, das 8h às 18h
Rua Desembargador Lincoln Prates,240 - Itapoã
31 3277-7321


Venda Nova
A região conta com seis parques municipais e 58 praças, distribuídos em diferentes bairros. Há também o Centro de Vivência Agroecológica - Cevae, espaço público que difunde práticas de segurança alimentar e saúde, educação ambiental e agricultura urbana.


Dicas
- O parque é referência em educação mabiental e oferece atividades de conscientização e temas específicos sob agendamento. É possível fazer trilhas temáticas, para aprender sobre solos e rastros, trilhas noturnas, plantas mudas e participar.


- Evite visitar o parque entre abril e setembro, pois nessa época há alto risco de incêndios.


- Todas as trilhas devem ser agendadas com a administração do parque.


Órgão responsável pelo parque

Instituto Estadual de Florestas - IEF
Rodovia Papa João Paulo II, 4143 - Serra Verde1º andar do Edifício Minas - Cidade Administrativa
Belo Horizonte  - CEP 31630-900
Telefones: 31  3915-1752 / 3915-1507


É bom lembrar que...
- O sol forte exige chapéu e protetor solar todo o tempo.


- O melhor período para visitação dos parques é de abril a outubro, quando chove menos.


- Alimentar é importante. Portanto, leve sempre na mochila: frutas, sanduíches, biscoitos e barras de cereais, alimentos nutritivos e práticos.

- As caminhadas longas exigem hidratação constante. Tenha sempre uma garrafa de água na mochila.

- Um calçado apropriado e confortável para caminhar (tênis ou bota) é item obrigatório.

- O melhor é evitar fumar em um parque. Mas, se o fizer, tome cuidado com seu cigarro, apagando-o depois de fumar.

- Nada se deixa em um parque. Todo o lixo deve ser coletado e disposto nos locais apropriados.

- Nada se leva de um parque. Animais, plantas, rochas, frutos, sementes e conchas encontradas no local fazem parte do ambiente e aí devem permanecer.

- Caçar, pescar e molestar animais silvestres é crime previsto por lei. Os animais precisam buscar seu próprio alimento para manter o ciclo de vida natural.

- Não é permitida a entrada de visitantes com plantas e animais domésticos, pois, podem causar problemas como a introdução de doenças e ameaças ao ambiente natural.

- Não é permitido praticar esportes motorizados, assim como abrir trilhas e atalhos.

- Com exceção da rota para ciclismo, nenhum das trilhas do parque pode ser feita de bicicleta.

- É importante levar algum lanche, pois o parque não dispõe de restaurante ou lanchonete.

- As áreas de visitação pública são restritas e, normalmente, possuem horários definidas. Nos parques estaduais existem restrições de uso de imagem. Consulte o IEF.


Crédito do texto

Instituto Estadual de Floresta / Guia Parques Estaduais de Minas Gerais. Editora Horizonte. 2014. Instituto Estadual de Florestas-IEF / Núcleo de Resolução de Conflitos Ambientais / Ministério Público do Estado de Minas Gerais

 

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