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Conjunto Arquitetônico e Paisagístico da Praça da Estação

  • Belo Horizonte - Museu de Artes e Ofícios - MAO - Divulgação/Miguel Aun
  • Belo Horizonte - Estação Central - Belo Horizonte - Arthur Figueiredo

A Praça da Estação e o seu entorno guardam um significativo conjunto arquitetônico. Além de constituir parte da memória histórica de Belo Horizonte, o importante conjunto abriga o Museu de Artes e Ofícios, o Centro Cultural da Universidade Federal de Minas Gerais, a Casa do Conde e a Serraria Souza Pinto, dois espaços para a realização de eventos.


Conhecida popularmente como Praça da Estação, a praça recebeu na planta de Aarão Reis o nome de Cristiano Otoni. Em 1923, passou a ser denominada de Praça Rui Barbosa. 


Museu de Artes e Ofícios - Antiga Estação Ferroviária
A primeira estação foi inaugurada em agosto de 1898 e teve seu projeto elaborado por José de Magalhães, Edgar Nascentes Coelho e José Verdussem. Em 1920, foi demolida para a construção da nova estação. 


O prédio da nova estação, projetado por Luiz Olivieri e inaugurado em 1922, é um ótimo exemplar de arquitetura eclética da cidade. Na ornamentação, o destaque fica para as cariátides do torreão do relógio. Nele, atualmente, funciona o Museu de Artes e Ofícios.


Monumento à Terra Mineira 
Inaugurado em julho de 1930, este monumento foi idealizado pelo escultor Julio Starace. O monumento retrata a conquista do território mineiro pelos entradistas e bandeirantes e os mártires mineiros. No topo do monumento está uma alegoria do Estado de Minas Gerais representado por um homem nu, que carrega a bandeira do estado. Ele fica de frente para a estação em uma atitude de recepcionar e dar boas vindas aos que desembarcavam. Sob esta figura está a inscrição “Montani Semper Liberti”. No bloco estão quatro painéis em bronze. No painel frontal, está a representação de Bruzza Spinosa; na lateral direita, o martírio de Tiradentes; na lateral esquerda, o martírio de Felipe dos Santos; e, na parte posterior, Fernão Dias Paes.  


Centro Cultural da UFMG
Transformado em Centro Cultural da Universidade Federal de Minas Gerais em 1980, este prédio de estilo eclético foi construído para ser o Hotel Antunes, mas acabou por abrigar o quartel do segundo batalhão da brigada policial. Em 1911, passou a ser sede da Escola Livre de Engenharia; depois, passou a pertencer ao patrimônio da UFMG.


Casa do Conde de Santa Marinha 
O local é um espaço onde acontecem diversos e interessantes eventos culturais da cidade. O prédio foi construído para ser residência e escritório do empreiteiro português Antônio Teixeira Rodrigues, Conde de Santa Marinha, que, em Belo Horizonte, foi o responsável por várias  construções, dentre as quais destacam-se o Palácio da Liberdade, a Imprensa Oficial, o Quartel do 1º Batalhão de Polícia Militar e o Necrotério do Cemitério do Bonfim.


Serraria Souza Pinto 
Abandonado por um longo período, este prédio de 1913 foi revitalizado após sua restauração em 1997, tornando-se um dos mais importantes espaços culturais de Belo Horizonte.


A Serraria Souza Pinto foi a principal fornecedora de madeira para as construções belo-horizontinas no início do século. È um raro exemplo de edificação industrial, tendo sido, inclusive, um dos primeiros prédios a utilizar a estrutura de ferro.

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