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Ouro Preto

Chafariz da Praça Marília

É um dos mais bonitos chafarizes do Brasil e está ligado a estórias românticas, pois seu nome  está relacionado à Maria Dorotéia Joaquina de Seixas, a célebre Marília das liras de Tomás Antônio Gonzaga, que formam um dos clássicos da literatura brasileira - Marília de Dirceu.    


Manuel Francisco Lisboa, pai do Aleijadinho, foi o arrematante da obra deste chafariz, para qual foi aberta uma concorrência pública no Senado da Câmara de Vila Rica. Em 1759, foi iniciada sua construção, que teve como co-construtores Antônio Moreira Duarte e Miguel de Oliveira. “Não é desprezada a hipótese da participação de Aleijadinho nos ornatos de pedra-sabão que o guarnecem”.(IPHAN). A decoração é feita por volutas e ornatos conchóides e quatro carrancas.


Na década de 50 do século 19, quase todos os chafarizes passaram por reformas. O Chafariz de Marília, provavelmente, estava entre esse grupo. No século 20, obras também foram executadas em 1928, 1936 e 1954, sendo que, nas últimas datas, as obras foram supervisionadas pelo IPHAN. 


O chafariz é registrado no Livro Belas Artes pelo IPHAN com a denominação de “Chafariz da praça de Marília'.


O Chafariz de Marília é tombado pelo IPHAN
Registrado no livro de Belas Artes
Inscrição: 373    Data: 19 de junho de 1950.

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