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Diamantina

Igreja de Nossa Senhora do Carmo

  • Diamantina - Altar-mor - Igreja de N.S do Carmo - Sérgio Freitas
  • Diamantina - Detalhe de pintura do forro da nave - Maria Lucia Dornas
  • Diamantina - Interior da Igreja de N.S do Carmo - Sérgio Freitas
  • Diamantina - Capela-mor - Igreja de N.S do Carmo - Sérgio Freitas
  • Diamantina - Altar Lateral - Igreja de N.S do Carmo - Sérgio Freitas
  • Diamantina - Órgão - Igreja de N.S do Carmo - Sérgio Freitas
  • Diamantina - Altar-mor Igreja N.S. do Carmo - Maria Lucia Dornas
  • Diamantina - Altar Sta Tereza D'Ávila - Igreja N.S. do Carmo - Maria Lucia Dornas
  • Diamantina - Detalhe Altar de Santo Elias - Igreja N.S. Carmo - Maria Lucia Dornas
  • Diamantina - Portada Igreja N.S. do Carmo - Maria Lucia Dornas
  • Diamantina - Igreja N. Senhora do Carmo - Diego Gazola
  • Diamantina - Órgão da Igreja Nossa Senhora do Carmo - Diego Gazola
  • Diamantina - Altar de Santa Elias - Diego Gazola
  • Diamantina - Altar-mor da Igreja N. Senhora do Carmo - Diego Gazola
  • Diamantina - Altar de Santa Tereza d'Ávila - Diego Gazola

Historico
A Ordem 3ª do Carmo de Diamantina foi fundada em 1758 e teve como primeiro prior o contratador  dos diamantes  João Fernandes de Oliveira que assumiu os custeios da construção, o que fez com que o templo fosse erguido em frente a Casa do Contrato.A autorização para a construção foi dada em 1760 e, cinco anos depois, estava praticamente concluída, faltando apenas a ornamentação.Várias reformas foram executadas ao longo do século 19, em uma delas, a torre única construída na parte posterior foi demolida e, uma nova foi construída na fachada, o que acabou por desfigurar a construção. Nos trabalhos de restauração executados em 1948/49, o IPHAN optou em recolocar a torre em sua antiga posição.


Arquitetura e decoração
 
Simples e gracioso, assim é o frontispício do Carmo que teve sua construção em adobe e estrutura em madeira, como os demais templos da cidade. A torre, na parte posterior, deu origem a muitas lendas ligadas a Chica da Silva e seu amante, o contratador e prior da ordem João Fernandes. Na realidade, é desconhecido o motivo da colocação da torre em tal posição.Na portada, figuram os símbolos da Ordem Carmelita e o Monte Carmelo com as três estrelas.


Bela. Simplesmente bela é a decoração interior do templo carmelita. Os retábulos são os melhores de toda a região! O estilo joanino se mostra com nichos entre as colunas, dossel com sanefas em lambrequim.


Admiráveis são as duas peças de imaginária – Santo Elias e a mística doutora da igreja Santa Teresa d’Ávila. São peças de origem portuguesa de alta qualidade que se encontram nos altares laterais. No coro, o órgão que foi executado pelo padre Manoel de Almeida foi o instrumento utilizado pelo expoente da música sacra mineira, José Joaquim Emérico Lobo de Mesquita .


Na sacristia, um arcaz em jacarandá preto e uma bela imagem do “Cristo das Sete Palavras” merecem ser vistos.


Os dois temas iconográficos preferidos pela Ordem Carmelita – a Virgem entregando o escapulário ao inglês São Simão Stock , na capela-mor; Santo Elias sendo arrebatado aos céus em uma carruagem de fogo, na nave  -  são as obras primas de José Soares de Araújo , que utiliza a perspectiva ilusionista e seus típicos tons penumbristas com detalhes dourados. As pinturas, aliadas aos retábulos, formam um surpreendente conjunto, que tornam essa igreja uma das mais belas obras da arte colonial mineira.


Horário de funcionamento
terça a sábado de 9h às 12h / 14h às 18h
domingos e feriados de 9h às 12h 

 

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