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Mariana

Igreja de Nossa Senhora do Rosário

  • Mariana - Anjos - detalhe do altar-mor - Maria Lucia Dornas
  • Mariana - Altar-mor - Igreja de N.S do Rosário - Sérgio Freitas
  • Mariana - Capela-mor da Ig. N. Sra. do Rosário - Maria Lucia Dornas
  • Mariana - Pulpito da Ig. N. Sra. do Rosário - Maria Lucia Dornas
  • Mariana - Capela-mor da Ig. N. Sra. do Rosário - Maria Lucia Dornas
  • Mariana - Forro da capela-mor da Ig. N. Sra. do Rosário - Maria Lucia Dornas
  • Mariana - Rocalha - det. da talha do altar -mor  - Maria Lucia Dornas
  • Mariana - Anjos - detalhe do altar-mor - Maria Lucia Dornas
  • Mariana - Anjos - detalhe do altar-mor - Maria Lucia Dornas
  • Mariana - Anjos - detalhe do  sacrário - Maria Lucia Dornas
  • Mariana - Detalhe do frontispício da Ig. de N. Sra. do Rosário - Maria Lucia Dornas
  • Mariana - Igreja N. Senhora do Rosário - Diego Gazola
  • Mariana - Detalhe arco-cruzeiro - Diego Gazola

Essa igreja surgiu do desejo de três irmandades que abrigavam homens negros de Mariana no século 18. “A hegemonia do empreendimento foi, entretanto, da Irmandade do Rosário, cuja pedra fundamental da igreja foi lançada em 14 de maio de 1752, em solenidade oficiada pelo bispo Dom Frei Manuel da Cruz”. (IPHAN)


As obras foram iniciadas em 1752 pelo construtor José Pereira dos Santos. Seis anos depois, o templo foi abençoado, o que significa que ele já deveria estar em condições para a celebração dos ofícios religiosos. Em 1764, estavam sendo realizadas obras de acabamento e carpintaria.


Arquitetura e decoração 

O altar-mor é uma obra de alta qualidade, executada pelo excelente escultor Francisco Viera Servas entre os anos de 1770 e 1777. Só em 1823, é que a pintura e o douramento foram realizados pelo mestre Manoel da Costa Ataíde. Segundo o estudioso Germain Bazin, os altares laterais também são de Vieira Servas. Outra presença do Mestre Ataíde na igreja foi a pintura do forro da capela-mor e dos painéis parietais. A Assunção de Nossa Senhora é o tema do forro da capela-mor. “Ataíde reproduz as cores habituais do panejamento: manto azul mostrando nos braços a blusa vermelha e em torno da cabeça, esvoaçante pano amarelo. Os querubins apresentam-se com asas vermelhas ou azuis”. (IPHAN)

 

Obras de limpeza e pequenos consertos foram executadas pelo IPHAN nos anos de 1947, 1954 e 1955.

 

A igreja foi tombada pelo IPHAN.

Está registrada no Livro de Belas Artes.

Inscrição: 265. Data: 8 de setembro de 1939


Funcionamento:
segunda à sexta de 10 às 17 horas.
Nos finais de semana é preciso agendar no Escritório Paroquial.

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