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Dicas de Fotografia - ER

© Diego Gazola Conceição do Mato Dentro - Trecho entre Córregos e Tapera - Diego Gazola Trecho entre Córregos e Tapera

Não há quem saia para uma trilha que não queira registrar as “peripécias” da aventura. As dicas que aqui seguem são simples, tendo como objetivo auxiliar os “trilheiros” a aproveitar melhor cada click. Vale lembrar que as dicas são para quem possui um equipamento mais “incrementado”. Quem possui câmaras compactas deve se atentar ao filme usado e às limitações de seu equipamento. Procure saber o que vai encontrar no caminho para escolher melhor o que levar para trilha.

 

Trilhas Simples
Aqui se pode levar mais peso, por isso, o uso de um tripé é aconselhável. Com o mesmo, a asa do filme pode ser mais baixa, para melhor definição, possibilitando fechar mais o diafragma, obtendo-se assim, uma melhor profundidade de campo. Leve o máximo de lentes que puder; assim, a gama de opções de fotos aumenta. O flash pode lhe ser útil. Encorajo até um “safári fotográfico”; para aqueles que gostam muito de fotografia, o passeio vai ficar bem mais interessante.


Trilhas Médias

Aqui, o peso começa a se tornar um problema; por isso, selecione seu equipamento, priorizando suas intenções fotográficas. O tripé é sempre útil pelos mesmos motivos que na trilha simples, mas pode ser dispensado (fica a seu critério e disposição). É fundamental uma grande angular, para paisagens, e uma tele, para detalhes. O flash é interessante, já que não pesa tanto e você pode precisar de uma luz extra.

 

Trilhas Complicadas
O peso já é um problema. Leve o essencial: a câmara e, de preferência, uma lente zoom que cubra desde uma grande angular até a tele. Caso não seja possível, duas lentes que substituam as funções do zoom são o suficiente. Esqueça o flash e o tripé; por isso, escolha filmes de asa mais alta e, assim, mais sensíveis à luz, já que as fotos deverão ser “sacadas” em velocidades mais altas.

 

Sobre Filtros
Para trabalhar com  filtros, é necessário um conhecimento prévio, mas o polarizador pode ser muito útil nas panorâmicas. Vale repetir: saiba antes como manuseá-lo, para não ter sustos depois.


Vale lembrar que você pode ter melhores registros, se pesquisar as técnicas da fotografia e seus “badulaques”. Cada pessoa tem resistência e entusiasmo diferentes. Pense bem antes de se encher de “bugigangas”. No mais, não há segredo. Lembre-se de Glauber Rocha: “uma câmera na mão e uma idéia na cabeça”; e que venham as boas fotos.


Texto de André Fossati - Fotógrafo profissional e expedicionário do projeto Spix & Martius - 1999.

 

 

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© Diego Gazola Itabira - Distrito de Ipoema - Mirante entre Ipoema e Senhora do Carmo - Diego Gazola Mirante entre Ipoema e Senhora do Carmo
© Danilo Cimino Desterro do Melo - Marco da Estrada Real - Danilo Cimino Marco da Estrada Real