Parques

Parque Nacional do Itatiaia

Apresentação

  • Itamonte - Pico das Agulhas Negras - Oswaldo Marques
  • Itamonte - Parque Nacional de Itatiaia - Acervo/ATAM
  • Itamonte - Parque Nacional de Itatiaia - Acervo/ATAM
  • Itamonte - Parque Nacional de Itatiaia - Acervo/ATAM
  • Itamonte - Parque Nacional de Itatiaia - Acervo/ATAM
  • Itamonte - Parque Nacional de Itatiaia - Acervo/ATAM
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  • Itamonte - Parque Nacional de Itatiaia - Oswaldo Marques
  • Itamonte - Pico das Agulhas Negras - Oswaldo Marques
  • Itamonte - Parque Nacional de Itatiaia - Oswaldo Marques
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  • Itamonte - Pico das Agulhas Negras - Oswaldo Marques
  • Itamonte - Parna Pico das Agulhas Negras - Oswaldo Marques
  • Itamonte - Pico das Agulhas Negras - Oswaldo Marques
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  • Itamonte - Pico das Agulhas Negras - Oswaldo Marques
  • Itamonte - Pico das Agulhas Negras - Oswaldo Marques
  • Itamonte - Pico das Agulhas Negras - Oswaldo Marques
  • Itamonte - Pico das Agulhas Negras - Oswaldo Marques
  • Itamonte - Pico das Agulhas Negras - Oswaldo Marques
  • Itamonte - Casa de Pedra - Acervo/ATAM
  • Itamonte - Casa de Pedra - Acervo/ATAM
  • Itamonte - Parque Nacional de Itatiaia - Acervo/ATAM
  • Itamonte - Parque Nacional de Itatiaia - Acervo/ATAM
  • Itamonte - Parque Nacional de Itatiaia - Acervo/ATAM
  • Itamonte - Parque Nacional de Itatiaia - Acervo/ATAM
  • Itamonte - Parque Nacional de Itatiaia - Acervo/ATAM
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  • Itamonte - Pico das Agulhas Negras - Oswaldo Marques
  • Itamonte - Pico das Agulhas Negras - Oswaldo Marques
  • Itamonte - Pico das Agulhas Negras - Oswaldo Marques
  • Itamonte - Pedra da Tartaruga - Oswaldo Marques
  • Itamonte - Pedra da Tartaruga - Oswaldo Marques
  • Itamonte - Pedra da Tartaruga - Oswaldo Marques
  • Itamonte - Pedra da Tartaruga - Oswaldo Marques
  • Itamonte - Pedra da Tartaruga - Oswaldo Marques
  • Itamonte - Pico das Agulhas Negras - Flora - Oswaldo Marques
  • Itamonte - Pico das Agulhas Negras - Oswaldo Marques
  • Itamonte - Parna Pico das Agulhas Negras - Oswaldo Marques
  • Itamonte - Parna Pico das Agulhas Negras - Oswaldo Marques
  • Itamonte - Parna Pico das Agulhas Negras - Oswaldo Marques
  • Itamonte - Parna Pico das Agulhas Negras - Oswaldo Marques
  • Itamonte - Pico das Agulhas Negras - Oswaldo Marques
  • Itamonte - Pico das Agulhas Negras - Oswaldo Marques
  • Itamonte - Pico das Agulhas Negras - Vista - Oswaldo Marques
  • Itamonte - Pico das Agulhas Negras - Oswaldo Marques
  • Itamonte - Pico das Agulhas Negras - Oswaldo Marques
  • Itamonte - Pico das Agulhas Negras - Oswaldo Marques
  • Itamonte - Prateleiras - Oswaldo Marques
  • Itamonte - Prateleiras - Oswaldo Marques
  • Itamonte - Parque Nacional de Itatiaia - Oswaldo Marques
  • Itamonte - Parque Nacional de Itatiaia - Flora - Oswaldo Marques
  • Itamonte - Parque Nacional de Itatiaia - Oswaldo Marques
  • Itamonte - Parque Nacional de Itatiaia - Oswaldo Marques
  • Itamonte - Pedra da Tartaruga - Oswaldo Marques

Municípios(S) de Abrangência

Minas Gerais:
Itamonte e Bocaina de Minas
Rio de Janeiro: Itatiaia e Resende


Portaria no Estado de Minas Gerais/Distância de Belo Horizonte
BR 485 (conhecida com Rodovia das Flores), Posto avançado Marcos Antônio Botelho, KM 13,5 (popularmente conhecido como Posto Marcão ou Posto 3).



Distância de Belo Horizonte
439 KM



Portaria / Sede administrativa no Estado do Rio de Janeiro

Estrada do Parque Nacional, km 8,5 - Itatiaia

Caixa postal 27.580-000
Cep: 27.580-000
Telefones:24  3352-1292 / 3352-6894 / 3352-2288


Como Chegar
Siga pela BR-354 em direção ao município de Itamonte. Seguindo até o km 0 desta BR chegará à Garganta do Registro a 1669 metros de altitude. Neste ponto haverá o início dos limites do Parque Nacional de Itatiaia, em estrada de terra.


A Garganta do Registro pode ser acessada partindo de Itamonte-MG, percorrendo 20 km da BR-354 Deste ponto segue-se por estrada não pavimentada BR-485 por aproximadamente 14 km até o Posto Marcão, também denominado Posto 3 (P3). Outra  forma é pela estrada de Vargem Grande, no Município de Itamonte-MG, por estrada não pavimentada


 

Infraestrutura
Não é permitido acampar no interior do parque, entretanto, a infraestrutura oferecida em seu entorno é de excelente qualidade.



Entorno

Em Itamonte, cidade de entrada para o parque, existem vários hotéis, pousadas e áreas de camping.



Horário de Funcionamento
Parte Baixa (RJ): O horário para ingresso inicia-se às 8h, com permanência até às 17h.

Parte Alta (MG): O horário para ingresso inicia-se às 7h, com permanência até às 14h. A permanência estende-se até às 17h, impreterivelmente.


*
Entrada paga – os valores são diferenciados de acordo com a opção de atividades/roteiros


Área
28.084,00
ha



Criação
O Itatiaia foi primeiro parque nacional do Brasil. Sua elevação foi em 14 de junho de 1937, pelo então presidente da república Getúlio Vargas, através do Decreto Federal nº 1713. Em 1982, sua área foi ampliada para cerca de 30.000 ha pelo Decreto n° 87.586, de 20 de setembro de 1981. Nesse mesmo ano havia sido elaborado seu primeiro
plano de manejo abrangendo apenas a área inicial.




Objetivos

Proteger amostras da floresta pluvial atlântica montana e amostras de ecossistemas de campos de altitude; conservar as belezas cênicas naturais representativas da serra da Mantiqueira e recuperar, conservar e proteger a área do altiplano do Itatiaia.



Descrição

As terras que constituíram inicialmente o Parque do Itatiaia pertenciam ao Visconde de Mauá, e foram adquiridas pela Fazenda Federal em 1908 para criação de dois núcleos coloniais, que não foram bem sucedidos. Em 1929, criou-se no local uma Estação Biológica. Somente em 1937 foi criado o Parque Nacional do Itatiaia, o primeiro do Brasil. O nome Itatiaia é de origem indígena e significa "Penhasco Cheio de Pombas". (IBAMA, 2004, disponível em: www.ibama.gov.br/siucweb/mostraUc.php?seqUc=88)


O parque, que tem como ponto culminante a 2.787 metros de altitude, possui uma área de quase 30.000 hectares que são administrados pelo Instituto Chico Mendes de Proteção à Biodiversidade.


Localizado numa região limítrofe com os estados de Minas Gerais (Itamonte e Bocaina de Minas) e Rio de Janeiro (Itatiaia e Rezende), o Itatiaia dividi-se em duas partes: baixa e alta. O acesso ao Planalto é através do município de Itamonte, no alto da Garganta do Registro (BR 354, Km 0), passando pela rodovia das Flores. Já o acesso à parte baixa é realizado pelo estado do Rio de Janeiro.


Na baixa localizam-se as cascatas e a mata com sua diversidade, além da rica fauna, sendo uma região propícia para as caminhadas leves. Já a parte alta, ficam as exuberantes formações rochosas e a sublime vista. O local é perfeito o exercício de esportes, e é visitado por inúmeros amantes para pratica de rapel, trekking, alpinismo e escalada, além de apreciadores da bela paisagem natural que o parque oferece.


Nascem no parque vários rios integrantes das bacias hidrográficas do rio Grande. A hidrografia é constituída por rios de águas cristalinas, que formam piscinas naturais e belíssimas cachoeiras.


Clima

Durante o inverno brasileiro, nos meses de julho e agosto, a temperatura diminui em demasia e a pluviosidade também, deixando o clima seco e muito frio. Em consequência, num país com praticamente 93% de área localizada na zona tropical, podem ocorrer fenômenos como o da geada sobre os campos e as plantas do parque e também os das precipitações de neve nos dias mais rigorosos do local (Planalto), ocorrência, contudo, rara nos últimos anos.


Na parte mineira da unidade de conservação, próximo aos povoados de Dois Irmãos, Capivara, Fragária e nas proximidades de Itamonte, o tipo climático característico é o mesotérmico mediano. As temperaturas médias são abaixo de 10 ºC e possuem de um a três meses secos por ano. Na região do Alto dos Brejos e Serra Negra existe uma faixa de influência do tipo climático mesotérmico brando super-úmido. As temperaturas médias variam entre 10 ºC e 15 ºC e praticamente não existe período de seca.

No que se refere às distribuições anuais das temperaturas mínimas e máximas, nota-se que as médias das máximas mensais apresentam variações de aproximadamente 5 °C entre o verão e o inverno. Entretanto, as temperaturas medianas a elevadas são bem mais comuns no período primavera-verão, notando que tais temperaturas máximas são amenas, não ultrapassando os 26 °C nos meses mais quentes.


Nos meses mais quentes a concentração de chuvas é mais intensa no PNI, tendo janeiro o mês com maior intensidade. A precipitação média anual é de 215 mm e de 149 mm, nas estações Agulhas Negras e Parque Itatiaia, respectivamente. As chuvas ficam mais escassas do final de abril até outubro, sendo que as mínimas pluviométricas ocorrem em junho e agosto com médias abaixo de 50 mm. Nos meses de junho e julho, a umidade relativa do ar não ultrapassa a média de 70 %. A umidade máxima absoluta ocorre em dezembro, com 83 %, e a mínima em junho, com 62 %; e a média é de 75,2 %.


Relevo
O Parque Nacional de Itatiaia está situado no maciço do Itatiaia, um compartimento de relevo que ocupa a borda do planalto do Alto Rio Grande, no contato com a serra da Mantiqueira. O Parque é caracterizado por relevos de montanhas e montanhas rochosas, com altitudes alcançando até 2.780 m, que se destacam sobre o planalto do Alto Rio Grande.


O Parque é destino de visitas a campo de cunho didático de turmas de graduação em geologia todos os anos, de diversas universidades do país, principalmente da região sudeste, como a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).  As rochas do Maciço Alcalino do Itatiaia também apresentam grande importância histórica, e são alvo de estudo de geólogos desde o final do século 19. A primeira notícia de rochas sieníticas do Brasil foi dada por pesquisadores franceses que descreveram uma amostra do maciço nesse período (Penalva, 1963). Até hoje as rochas do maciço são alvo de estudo de diversos geólogos.


O maciço do Itatiaia é o divisor de águas das duas principais bacias hidrográficas regionais, a do rio Grande e a do rio Paraíba do Sul (Figura 3-20). As águas superficiais que correm por dentre os limites do PNI descem o maciço apresentando padrão dendrítico de drenagem, de forma radial, distribuindo-se pelos sinuosos vales em direção às bacias principais.


Vegetação
No centro da serra da Mantiqueira, erguem-se formas particulares de relevo num grande divisor de águas da rede de drenagem das bacias do rio Paraíba e rio Grande. Este conjunto permite a ocorrência de várias cascatas e represas naturais de grande atratividade visual e sonora. Esta composição de relevo e águas, localizada em uma das áreas de maior altitude do território nacional, encontra-se em v
ários níveis topográficos, propiciando o desenvolvimento de diversas formas vegetacionais, de campos de altitude a florestas densas. Compondo assim, inúmeras paisagens naturais e de extensões variadas, de amplas florestas contínuas a pequenos refúgios ecológicos. Neste local, encontra-se o Parque Nacional de Itatiaia, onde observa-se uma grande diversidade de formas vegetacionais.


Biomas e ecossistemas encontrados no parque
Mata atlântica: floresta ombrófila densa montana; floresta ombrófila densa alto-montana; floresta ombrófila mista montana;floresta estacional semidecidual montana e refúgio vegetacional.

A mata atlântica é considerada Patrimônio Nacional pela Constituição Federal e internacionalmente reconhecida como um dos hotspot* mundiais, sendo assim uma área prioritária para a conservação da biodiversidade, isso quer dizer que, ao mesmo tempo em  que possui alta diversidade biológica é um dos biomas que mais sofre pressão.


Na região de floresta ombrófila densa alto-montana – até 1.800 m de altitude ao sul e 2.200 m ao norte, ou mata alto-montana ocorre entre altitudes de 1.100 a 2.700 m é observada a frequência de troncos finos, cascas rugosas, folhas pequenas, coriáceas ou carnosas, além da abundância de liquens e epífitas. Esta paisagem é devida, basicamente, à incidência de alto teor de umidade relativa do ar, associado a temperaturas inferiores a 15ºC.


*Com o objetivo de identificar e definir as regiões do planeta que possuíam concomitantemente altos níveis de biodiversidade e elevado grau de ameaça, em 1998, o ecólogo inglês Norman Myers criou o conceito de Hotspot ou “Áreas Críticas”. De uma forma geral, esse conceito é aplicado em diversas localidades do globo terrestre indicando regiões prioritárias para a conservação da biodiversidade.


Fauna
A fauna do Itatiaia possui aspecto endêmico peculiar. A encosta voltada para o vale do Paraíba predomina a mata atlântica com fauna e flora ricas e exuberantes, herbácea e possui o maior índice de endemismos, ou seja, é composta por espécies que só ocorrem ali.


As aves, com 294 espécies, representam o maior grupo faunístico do Parque, com 42 formas vivendo na região mais elevada. Os mamíferos totalizam 67 espécies e contribuem com 16 formas residentes no planalto do Itatiaia.


Época de maior visitação:
O pico de visitação na Parte Alta ocorre nos meses de inverno (junho, julho e agosto).



O que ver e fazer

Pico das Agulhas Negras
Localizado dentro do Parque Nacional de Itatiaia, no alto da serra da Mantiqueira, o Pico das Agulhas Negras é a quinta montanha mais alta do Brasil e o maior ponto de altitude do parque, alcançando 2.787 metros.


Considerado o atrativo mais famoso do Parque Nacional de Itatiaia, do Agulhas Negras  avista-se vários pontos da região, como: a represa do Funil, serra Fina, a região de Visconde de Mauá e Vale do Paraíba, onde estão localizadas as cidades do eixo mais populoso do Brasil, o eixo “Minas – Rio - São Paulo”, além do rio Paraíba.


Pico Prateleiras
O pico Prateleiras, situado a 2.548 metros de altitude, proporciona aos corajosos e amantes de esportes radicais o famoso "pulo do gato": rapel de 60 metros do topo. Além disso, é uma interessante atração do parque, pois possui uma formação rochosa diferenciada, que parece ter sido esculpida artesanalmente.


O Prateleiras pode ser visitado por pessoas de todas as idades, pois possui fácil acesso. Do cume do pico é possível avistar o planalto do Itatiaia, Agulhas Negras, parte de vale Encantado e serra Fina.


Casa de Pedra
A casa de pedra é um atrativo cultural do Parque Nacional de Itatiaia que surpreende os visitantes com sua rara beleza cênica. Construída em 1937, para abrigar o então presidente Getúlio Vargas em suas viagens, ela se destaca por sua arquitetura, toda feita em blocos de pedras.


Nascente do rio Aiuruoca
A nascente do rio Aiuruoca é a mais alta dentro do território brasileiro. Seu acesso é feito por uma caminhada longa de aproximadamente 3 horas de duração, considerada de nível pesado. Mas, ao longo da caminhada se pode observar todos os atrativos do Parque Nacional de Itatiaia.


Pedra do Altar
Com 2530 metros de altitude, a pedra do Altar é uma formação rochosa que se destaca das demais pedras. A caminhada até a pedra do Altar leva cerca de uma hora, com acesso pela trilha que parte da bifurcação do caminho para Agulhas Negras.


Morro do Couto
O morro do Couto é uma região privilegiada para a prática de caminhadas, rapel ou escaladas. Seu nome vem desde o tempo dos escravos, quando usavam o local para "acoitar-se", ou seja, esconder-se. Apresenta uma privilegiada vista desde seu topo a 2.680m de altitude.

 

Opções de atividades e passeios

Banhos
- Cachoeira das Flores e a Cachoeira de Aiuruoca

Observação de aves

Observação de borboletas - horário da mahã é o mais adequado

Observação de fauna

Caminhadas

Ciclismo - em áreas permitidas

Escalada - Local: Último adeus

Montanhismo - Trilha dos Três Picos, proporciona caminhada na mata. Um dia de duração

Piquenique - em áreas permitidas

Travessia - Ruy Braga - Rebouças


Órgão responsável pelo parque
Instituto Chico Mendes de Proteção à Biodiversidade – ICMBio – Ministério do Meio Ambiente
http://www.icmbio.gov.br/portal/



É bom lembrar que

  • Para quem vai à parte alta, mesmo de mochila leve, as trilhas levam horas. Estabeleça um horário limite para estar de volta até 16h30. Volte no horário limite mesmo que não tenha chegado ao final da trilha. E tenha sempre uma lanterna e pilhas reservas na mochila.

  • De mochila pesada (cargueira) as subidas podem levar mais horas. Fique atento aos caminhantes mais cansados ou lentos e nunca os deixe sozinhos.

  • Monte a mochila de forma inteligente. Evite peso desnecessário e tente, na medida do possível, levar tudo dentro da mochila, embalando os itens em sacos plásticos para protegê-los de uma eventual chuva durante a caminhada.

  • Existem trilhas largas e bem definidas. Já outras trilha tem trechos pouco definidos e requer bastante atenção do caminhante. À noite ou com neblina pode ser bem difícil encontrar o caminho.

  • As temperaturas na parte alta do parque freqüentemente se aproximam de 0ºC. Leve agasalho suficiente e nunca esqueça toca, e uma boa capa de chuva, mesmo com previsão de bom tempo.

  • Use os locais de acampamento existentes. Não abra novas clareiras nem faça fogueiras.

  • Existem trechos muito exigentes. De mochila cargueira pode-se levar um dia inteiro. Existem subidas fortes, trechos íngremes na rocha e alguns trechos técnicos, onde pode ser necessário usar cordas, etc. Com muitas lajes de pedra, existem trilhas de difícil orientação. É recomendável ter um guia experiente ou a companhia de alguém que conheça bem o trajeto.

  • Redobre a atenção e os cuidados em caso de chuva. Trechos íngremes podem ficar muito perigosos e o ato de caminhar no solo molhado aumenta bastante o desgaste da trilha. Por essas razões, em caso de previsão de mau tempo, consulte o vigilante de plantão na entrada do parque.

  • Sob hipótese alguma faça fezes ou urina próximo dos pontos de coleta de água. Enterre as fezes junto com o papel higiênico. Uma boa sugestão é utilizar uma pequena pá de jardineiro. Jamais enterre ou abandone lenços umedecidos, que contêm material sintético cuja decomposição leva muitos anos.

  • Se for lavar panelas, raspe primeiro os restos de alimento e junte com seu lixo. Depois pegue água e lave os utensílios afastado do curso d'água. Mantenha o curso d'água limpo, sem resíduos.

  • Não abra ou use atalhos. Os atalhos confundem os caminhantes e criam fortes erosões.

  • Muitas pessoas vão para as montanhas buscando paz e silêncio. Respeite essa opção. Não faça barulho, principalmente à noite nos locais de acampamento.

  • Leve todo o seu lixo de volta, inclusive papéis de bala e pontas de cigarro. Tudo bem embalado para não cair no caminho. Se puder, leve até um pouco mais de lixo (do caminho, dos outros...).

  • Caso encontre alguém desrespeitando a montanha ou os demais visitantes, aproxime-se educadamente e converse, tentando assim conseguir mais um aliado na preservação do meio ambiente e do bom convívio.

 

  • Caso encontre algum animal silvestre, respeite-o não oferecendo alimentos ou deixando que ele o veja se alimentando. Evite o contato para não transmitir nossas doenças e evitar as deles, que são muito diferentes.

  • O sol forte exige chapéu e protetor solar todo o tempo.

  • O melhor período para visitação dos parques é de abril a outubro, quando chove menos.

  • Leve sempre algo para comer na mochila. Frutas, sanduíches e barras de cereais são algumas sugestões de alimentos nutritivos.

  • As caminhadas longas exigem hidratação constante.Tenha sempre uma garrafa d’água na mochila.

  • Um calçado confortável para caminhar (tênis ou bota) é item obrigatório.

  • Todo o lixo deve ser coletado e disposto nos locais apropriados.



Fontes
Prefeitura Municipal de Itamonte
Secretaria Municipal de Turismo, Esporte e Lazer
Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - ICMBio
/ Ministério do Meio Ambiente
http://www.icmbio.gov.br

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